Sábado, 28 de Fevereiro de 2015

Efemérides Artísticas

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- A 28 de Fevereiro de 1955, nasce Rui Reininho, músico português, vocalista do GNR :

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Rui Manuel Reininho Braga mais conhecido por Rui Reininho (Porto, 28 de Fevereiro de 1955) é um músico português. É vocalista da banda Pop rock GNR (Grupo Novo Rock) e tirou o curso de Cinema da Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa.

Grava em 1977, com Jorge Lima Barreto, no projecto Anar Band. Cria ou colabora nos projectos musicais Espelho e Atitudes.

Em 1981 tornou-se vocalista dos GNR, e depois, o seu principal mentor e figura mais destacada. Com os GNR, Rui Reininho criou uma série de canções que são o espelho de uma geração da juventude que cresceu e se tornou adulta a ouvi-los e a admirá-los ao longo de 30 anos: Dunas, Efectivamente, Bellevue, Pós-Modernos, Vídeo Maria, Pronúncia do Norte, Ana Lee ou Morte ao Sol. Efectuou mais de mil espetáculos na Europa, Brasil, EUA, Canadá e Macau. Obteve prémios Jornal Sete, Blitz e Nova Era.

Produziu discos dos artistas: Manuela Moura Guedes, Mler Ife Dada, Três Tristes Tigres e Spray.

É autor dos livros Sífilis versus Bilitis pela '''& etc''' e Líricas Come on & Ana, publicado pela Palavra, onde reúne poemas e letras de canções. Sobre as letras dos GNR, há duas publicações, a biografia dos GNR Afectivamente (Assírio & Alvim) e o livro As letras como poesia (Objecto Cardíaco e Afrontamento) de Vitorino Almeida Ventura.

Em 2005 foi agraciado com a Medalha de Mérito Cultural do Estado Português.

Em 2008 lançou o seu primeiro álbum a solo Companhia das Índias.

Tem colaborado assiduidamente com o músico Armando Teixeira em várias compilações e num longa duração a editar em breve.

Colaborou com os semanários Expresso, Mais Semanário e GQ, na revista Net Parque 98 e no Jornal de Notícias. Trabalhou como actor e criou música para teatro e cinema. Lecionou a disciplina de Música de Cinema na Universidade Moderna de Lisboa e a disciplina de Som e Imagem na Universidade Católica do Porto.

É sócio activo do movimento Rotário.

 

Colaborações :

Álbuns solo :

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- Em 29 de Fevereiro de 1792, nasceu Gioachino Rossini  (f. 1868) :

Gioachino Antonio Rossini (Pésaro, 29 de fevereiro de 1792Passy, Paris, 13 de novembro de 1868) foi um compositor erudito italiano, muito popular em seu tempo, que criou 39 óperas, assim como diversos trabalhos de música sacra e música de câmara. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão Il barbiere di Siviglia ("O Barbeiro de Sevilha"), La Cenerentola ("A Cinderela") e Guillaume Tell ("Guilherme Tell").

Obras completas :

Óperas

Cantatas

  • Il pianto de armonia sulla morte di Orfeo
  • La morte di Didone
  • Dalle quete E pallid'ombre
  • Egle edição Irene
  • L'aurora
  • Le nozze di Teti E di Peleo
  • Omaggio umiliato
  • Cantata ... 9 maggio 1819
  • La riconoscenza
  • Giunone
  • La santa alleanza
  • Il vero omaggio
  • Omaggio pastorale
  • Il pianto DELLE muse eu morte di Lord Byron
  • Cantata PER IL battesimo do figlio do banchiere Aguado
  • L'armonica cetra do nune
  • Giovanna de Arco
  • Cantata em onore do sommo pontefico Pio IX

Música Instrumental

  • Sei sonate um quattro
  • Sinfonia "Al conventello"
  • Cinque duetos para Cor
  • Sinfonia
  • Sinfonia
  • Sinfonia
  • Variazzioni di clarinetto
  • E Andante tema com variazioni
  • E Andante tema com variazioni por arpa e violino
  • Passo doppio
  • Valse
  • Serenata
  • Duetto para Violoncelo E Contrabasso
  • Rendez
  • Fantaisie
  • Trois marchas militaires
  • Scherzo
  • Tema originale di Rossini variato por violino Marcia
  • Thème de Rossini suivi de duas variações e coda par Moscheles père
  • La corona de Itália

Música Sacra

  • Quoniam
  • Messa di gloria
  • Preghiera
  • Tantum ergonômica
  • Stabat materiais
  • Trois choeurs religieux
  • Tantum ergonômica
  • O salutaris hostia
  • Laus deo
  • Petite Messe Solennelle

Música vocal secular

  • Se il vuol la molinara
  • Dolce aurette che spirate
  • La mia ritmo io - già perdei
  • Qual voce, quai nota
  • Alla voce della gloria
  • Amore mi assisti
  • Il trovatore
  • Il carnevale di Venezia
  • Belta crudele
  • La pastorella
  • Canzonetta spagnuola
  • Infelice ch'io filho
  • Addio ai viennesi
  • Dall'oriente l'astro do giorno
  • Ridiamo, cantiamo, che tutto sen vbis
  • Em giorno si bello
  • Tre quartetti da câmera
  • Les adieux em Roma
  • Orage e namorado tempo
  • La passeggiata
  • La dichiarazione
  • Les soirées musicales
  • Deux nocturnes
  • Nizza
  • L'âme délaissée
  • Francesca da Rimini
  • Mi lagnero tacendo

Péchés de vieillesse

  • Vol I álbum italiano
  • Vol II álbum français
  • Vol III Morceaux réservés
  • Vol IV Quatre hors de œuvres e quatro mendiants
  • Vol V Album para os adolescentes enfants
  • Vol VI Álbum para os enfants dégourdis
  • Vol VII Álbum de chaumière
  • Vol VIII Álbum de château
  • Vol IX Álbum para um piano, violon, violoncelo, harmonium e Cor
  • Vol X Miscellanée para um piano
  • Vol XI Miscellanée de musique vocale
  • Vol XII Quelques riens para álbum
  • Vol XIII Musique anodine
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NelitOlivas

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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2015

Efemérides Artísticas do Dia

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 A 27 de Fevereiro de 1934, nasce Baptista Bastos, escritor português :

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Armando Baptista-Bastos (Lisboa, 27 de Fevereiro de 1934) é um jornalista e escritor português.

Estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio e no Lycée Français Charles Lepierre, em Lisboa. Iniciou a sua carreira profissional na redacção de O Século passando, de seguida, a subchefe de redacção de O Século Ilustrado. Foi redactor de outros jornais, como O Diário, República, Europeu, Almanaque, Seara Nova, Gazeta Musical e Todas as Artes, Época, Sábado e Diário Popular, onde permaceu por duas décadas. Foi correspondente da Agence France-Presse, em Lisboa. Assinou ainda várias colunas no Jornal de Notícias, A Bola, Tempo Livre e, como crítico, colaborou com o Jornal de Letras, Artes e Ideias, o Expresso, o Jornal do Fundão, o Correio do Minho e o Diário Económico. Fundou ainda o semanário O Ponto, periódico que registou uma série de entrevistas semanais. Na rádio leu as suas crónicas, nomeadamente na Antena 1 e na Rádio Comercial. Actualmente é colunista doDiário de Notícias e do Jornal de Negócios.

Na televisão deu-se a conhecer como apresentador, na década de 1990, do programa Conversas Secretas na SIC. A convite do jornal Público, realizou uma série de dezasseis entrevistas sob a designação «Onde é que você estava no 25 de Abril?», posteriormente editadas em CD-ROM.

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Obras :

  • O Cinema na Polémica do Tempo (ensaio, 1959)
  • O Filme e o Realismo (ensaio, 1962)
  • O Secreto Adeus (romance 1963)
  • O Passo da Serpente (romance, 1965)
  • A Palavras dos Outros (crónicas e reportagens, 1969)
  • Cidade Diária (crónicas, 1972)
  • Cão Velho entre Flores (romance, 1974)
  • Capitão de Médio Curso (crónicas, 1979)
  • Viagem de um Pai e de Um Filho pelas Ruas da Amargura(romance, 1981)
  • Elegia para um Caixão Vazio (romance, 1984)
  • O Homem em Ponto (entrevistas, 1984)
  • A Colina de Cristal (romance, 1987)
  • Um Homem Parado no Inverno (romance, 1991)
  • O Nome das Ruas (crónicas, com António Borges Coelho, 1993)
  • O Cavalo a Tinta da China (romance, 1995)
  • Fado Falado (reportagem, 1999)
  • Lisboa Contada pelos Dedos (crónicas, 2001)
  • No Interior da Tua Ausência (romance, 2002)
  • As Bicicletas em Setembro (romance, 2007)
  • A Bolsa da Avó Palhaça (romance, 2007)
  • A Cara da Gente (crónicas, 2008)

Prémios :

  • Prémio Literário Município de Lisboa (Prémio de Prosa de Ficção), 1987 - A Colina de Cristal
  • Prémio P.E.N. Clube Português de Ficção, 1987 - A Colina de Cristal
  • Prémio da Crítica do Centro Português da Associação Internacional de Críticos Literários (ex-aequo), 2002 - No interior da tua ausência
  • Prémio de Crónica João Carreira Bom - 2006
  • Prémio Clube Literário do Porto - 2006

- Em 27 de Fevereiro de 1932,nasceu Elizabeth Taylor, atriz inglesa (f. 2011) :

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Elizabeth Rosemond "Liz" Taylor,  (Londres, 27 de fevereiro de 1932Los Angeles, 23 de março de 2011), foi uma premiada atriz Anglo-americana nascida na Inglaterra.

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Filmografia :

Taylor atuou em diversos filmes e programas televisivos de 1942 a 2003.

AnoTítuloPapelObservações
1942There's One Born Every MinuteGloria Twine 
1943Lassie Come HomePriscilla 
1944Jane EyreHelen Burnsnão creditada
The White Cliffs of DoverBetsynão creditada
National VelvetVelvet Brown 
1946Courage of LassieKatherine Eleanor Merrick 
1947Life with FatherMary Skinner 
CynthiaCynthia Bishop 
1948A Date with JudyCarol Pringle 
Julia MisbehavesSusan Packett 
1949Little WomenAmy 
ConspiratorMelinda Greyton 
1950The Big HangoverMary Belney 
Father of the BrideKay Banks 
1951Father's Little DividendKay Dunstan 
A Place in the SunAngela Vickers 
Quo VadisPrisioneira cristã na arenanão creditada
1952Love Is Better Than EverAnastacia "Stacie" Macaboy 
IvanhoeRebecca 
1953The Girl Who Had EverythingJean Latimer 
1954RhapsodyLouise Durant 
Elephant WalkRuth Wiley 
Beau BrummellLady Patricia Belham 
The Last Time I Saw ParisHelen Ellswirth/Willis 
1956GiantLeslie Lynnton Benedict 
1957Raintree CountySusanna Drakenomeada ao Óscar de melhor atriz
1958Cat on a Hot Tin RoofMaggie the Catnomeada ao Óscar de melhor atriz
1959Suddenly, Last SummerCatherine Hollynomeada ao Óscar de melhor atriz
1960Scent of MysteryThe Real Sallynão creditada
Butterfield 8Gloria Wandrousvencedora do Óscar de melhor atriz
1963CleópatraCleópatra 
The V.I.P.sFrances Andros 
1965The SandpiperLaura Reynolds 
1966Who's Afraid of Virginia Woolf?Marthavencedora do Óscar de melhor atriz
1967The Taming of the ShrewKatharinaprodutora (não creditado)
Doctor FaustusHelena de Troia 
Reflections in a Golden EyeLenora Penderton 
The ComediansMartha Pineda 
The Comedians in Africaela mesmadocumentário em curta-metragem
1968Boom!Flora 'Sissy' Goforth 
Secret CeremonyLenora 
1969Anne of the Thousand Dayscortesãnão creditada
1970The Only Game in TownFran Walker 
Here's Lucyela mesma1 episódio
1972X, Y, and ZeeZee Blakely 
Under Milk WoodRosie Probert 
Hammersmith is OutJimmie Jean JacksonUrso de Prata de melhor atriz
1973Divorce His, Divorce HersJane Reynoldstelefilme
Night WatchEllen Wheeler 
Ash WednesdayBarbara Sawyer 
1974IdentikitLisetambém conhecido como The Driver's Seat
That's Entertainment! Co-apresentadora
1976The Blue BirdRainha da Luz/Mãe/Bruxa/Amor Maternal 
Victory at EntebbeEdra Vilonfskytelefilme
1977A Little Night MusicDesiree Armfeldt 
1978Return EngagementDr. Emily Loomis 
1979Winter KillsLola Comantenão creditada
1980The Mirror Crack'dMarina Rudd 
1981General HospitalHelena Cassadine #13 episódios
1983Between FriendsDeborah Shapirotelefilme
1984Hotel (série de TV)Katherine Cole1 episódio
All My ChildrenBoardmember at the Chateau 
1985Malice in WonderlandLouella Parsonstelefilme
North and SouthMadame Contiminissérie
1986There Must Be a PonyMarguerite Sydneytelefilme
1987Poke AliceAlice Moffittelefilme
1988Young ToscaniniNadina Bulichoff 
1989Sweet Bird of YouthAlexandra Del Lagotelefilme
1992The SimpsonsMaggie Simpsonvoz
Captain Planet and the PlaneteersMrs. Andrewsvoz
1993The Simpsons voz
1994The FlintstonesPearl Slaghoople 
1996The Nannyele própria1 episódio
2000God, the Devil and BobSarahvoz
2001These Old BroadsBeryl Masontelefilme

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NelitOlivas

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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2015

Efemérides Artísticas do Dia

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- A 26 de Fevereiro de 1802, nasce  Victor Hugo, escritor francês (f. 1885) :

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Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802Paris, 22 de maio de 1885) foi um novelista, poeta, dramaturgo,ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras de renome mundial.

Obra :

  • Odes et Poésies Diverses (1822)
  • Han d'Islande (1823)
  • Nouvelles Odes (1824)
  • Bug-Jargal (1826)
  • Odes et Ballades (1826)
  • Cromwell (1827)
  • Les Orientales (1829)
  • Le Dernier jour d'un condamné (1829)
  • Hernani (1830)
  • Notre-Dame de Paris Nossa Senhora de Paris (1831)
  • Marion Delorme (1831)
  • Les Feuilles d'automne
  • Le Roi s'amuse (1832)
  • Lucrèce Borgia (1833)
  • Marie Tudor (1833)
  • Étude sur Mirabeau (1834)
  • Littérature et philosophie mêlées (1834)
  • Claude Gueux (1834)
  • Angelo (1835)
  • Les Chants du crépuscule (1835)
  • Les Voix intérieures (1837)
  • Ruy Blas (1838)
  • Les Rayons et les ombres (1840)
  • Le Rhin (1842)
  • Les Burgraves (1843)
  • Napoléon le Petit (1852)
  • Les Châtiments (1853)
  • Lettres à Louis Bonaparte (1855)
  • Les Contemplations (1856)
  • La Légende des siècles (1859)
  • Les Misérables (1862)
  • William Shakespeare (1864)
  • Les Chansons des rues et des bois (1865)
  • Les Travailleurs de la Mer (1866)
  • Paris-Guide (1867)
  • L'Homme qui rit (1869)
  • L'Année terrible (1872)
  • Quatrevingt-treize (1874)
  • Mes Fils (1874)
  • Actes et paroles - Avant l'exil (1875)
  • Actes et paroles - Pendant l'exil (1875)
  • Actes et paroles - Depuis l'exil (1876)
  • La Légende des Siècles 2e série (1877)
  • L'Art d'être grand-père (1877)
  • Histoire d'un crime - 1re partie (1877)
  • Histoire d'un crime - 2e partie (1878)
  • Le Pape (1878)
  • Vie ou de Mort (1875)
  • Religions et religion (1880)
  • L'Âne (1880)
  • Les Quatre vents de l'esprit (1881)
  • Torquemada (1882)
  • La Légende des siècles - Tome III (1883)
  • L'Archipel de la Manche (1883)
  • Obras póstumas :
  • Théâtre en liberté (1886)
  • La fin de Satan (1886)
  • Choses vues - 1re série (1887)
  • Toute la lyre (1888)
  • Alpes et Pyrénées (1890)
  • Dieu (1891)
  • France et Belgique (1892)
  • Toute la lyre - nouvelle série (1893)
  • Correspondances - Tome I (1896)
  • Correspondances - Tome II (1898)
  • Les années funestes (1898)
  • Choses vues - 2e série (1900)
  • Post-scriptum de ma vie (1901)
  • Dernière Gerbe (1902)
  • Mille francs de récompense (1934)
  • Océan. Tas de pierres (1942)
  • Pierres (1951)

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- Em 26 de Fevereiro de 1908, nasceu Tex Avery, cartoonista norte-americano (m. 1980) :

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Frederick Bean "Fred/Tex" Avery (26 de fevereiro de 190826 de agosto de 1980) foi um diretor cinematográfico, animador e cartoonista americano, famoso por produzir desenhos-animados durante a Era de Ouro da animação- americana. A maior parte de sua obra foi produzida nos estúdios Warner Bros. e Metro-Goldwyn-Mayer, criando os personagens Pernalonga, Patolino, Droopy, Esquilo Maluco, e ajudando no desenvolvimento de Gaguinho e Picolino (este último para o Walter Lantz Studio). Sua influência pode ser encontrada em quase todos os desenhos produzidos nas décadas de 1940 e 1950.

O estilo de Avery quebrou o padrão de realismo estabelecido por Walt Disney e encorajou os animadores a ampliar os limites da animação, permitindo fazer coisas em um desenho animado que não seriam possíveis no mundo de um filme em live-action. Uma frase de Avery frequentemente citada é que "Num desenho animado você pode fazer tudo," sendo justamente isso o que seus desenhos faziam.

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Filmografia :

Warner Bros

Paramount

MGM

Walter Lantz

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NelitOlivas

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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015

Efemérides Artísticas do Dia

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Em 25 de Fevereiro de 1841, nasceu Pierre-Auguste Renoir, pintor impressionista francês (m. 1919) :

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Pierre-Auguste Renoir (Limoges, 25 de fevereiro de 1841Cagnes-sur-Mer, 3 de dezembro de 1919) foi um pintor impressionista.francês .

Desde o princípio sua obra foi influenciada pelo sensualismo e pela elegância do rococó, embora não faltasse um pouco da delicadeza de seu ofício anterior como decorador de porcelana. Seu principal objetivo, como ele próprio afirmava, era conseguir realizar uma obra agradável aos olhos. Apesar de sua técnica ser essencialmente impressionista, Renoir nunca deixou de dar importância à forma - de facto, teve um período de rebeldia diante das obras de seus amigos, no qual se voltou para uma pintura mais figurativa, evidente na longa série Banhistas. Mais tarde retomaria a plenitude da cor e recuperaria sua pincelada enérgica e ligeira, com motivos que lembram o mestre Ingres, por sua beleza e sensualidade.

A sua obra de maior impacto é Le Moulin de la Galette, em que conseguiu elaborar uma atmosfera de vivacidade e alegria à sombra refrescante de algumas árvores, aqui e ali intensamente azuis. Percebendo que traço firme e riqueza de colorido eram coisas incompatíveis, Renoir concentrou-se em combinar o que tinha aprendido sobre cor, durante seu período impressionista, com métodos tradicionais de aplicação de tinta. O resultado foi uma série de obras-primas bem no estilo Ticiano, assim como de Fragonard e Boucher, a quem ele admirava. Os trabalhos que Renoir incluiu

numa mostra individual de 70, organizada pelo marchand Paul Durand-Ruel, foram elogiados, e seu primeiro reconhecimento oficial veio quando o governo francês comprou Ao Piano, em 1892.

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Obras :

  • Mulher com sombrinha (1867)
  • O Camarote (1874)
  • Le Moulin de la Galette (1876)
  • Madame Georges Charpentier e suas filhas (1878)
  • Remadores em Chatou (1879)
  • Elisabeth e Alice d' Anvers (Les Demoiselles Cahen d'Anvers - Rose et Bleue) (1881)
  • A dança em Bougival (1883)
  • Mulher amamentando (1886)
  • As grandes banhistas (1887)
  • Menina com espigas (1888)
  • Menina jogando criquet (1892)
  • Ao piano (1893)
  • Odalisca (1904)
  • Retrato de Claude Renoir (1908)
  • Banhista enxugando a perna direita (1910)
  • No terraço

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A 25 de Fevereiro de 1855 , nasce Cesário Verde, poeta português (m. 1886) :

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José Joaquim Cesário Verde (Lisboa, 25 de Fevereiro de 1855Lumiar, 19 de Julho de 1886) foi um poeta português, sendo considerado um dos precursores da poesia que seria feita em Portugal no século XX.

Filho do lavrador e comerciante José Anastácio Verde e de Maria da Piedade dos Santos Verde, Cesário matriculou-se no Curso Superior de Letras em 1873, que apenas frequentou alguns meses. Ali conheceu Silva Pinto, que ficou seu amigo para o resto da vida. Dividia-se entre a produção de poesias (publicadas em jornais), destacando-se o semanário Branco e Negro (1896-1898) e a revista O Occidente (1878-1915), e as actividades de comerciante herdadas do pai.

Em 1877 começou a ter sintomas de tuberculose, doença que já lhe tirara o irmão e a irmã. Estas mortes inspiraram contudo um de seus principais poemas, Nós (1884).

Tenta curar-se da tuberculose, mas sem sucesso, vem a falecer no dia 19 de Julho de 1886. No ano seguinte Silva Pinto organiza O Livro de Cesário Verde, compilação da sua poesia, publicada em 1901.

No seu estilo delicado, Cesário empregou técnicas impressionistas, com extrema sensibilidade ao retratar a Cidade e o Campo, que eram os seus cenários predilectos. Evitou o lirismo tradicional, expressando-se de uma forma mais natural.

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Em 25 de Fevereiro de 1873, nasceu Enrico Caruso, cantor lírico italiano (m. 1921) :

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Enrico Caruso (Nápoles, 25 de fevereiro de 1873Nápoles, 2 de agosto de 1921) foi um tenor italiano, considerado, inclusive pelo ilustre Luciano Pavarotti, o maior intérprete da música erudita de todos os tempos. Com vasto repertório, Caruso foi o primeiro cantor clássico a atrair grandes plateias em todo o mundo e ainda hoje figura entre os maiores intérpretes clássicos da história. Sua interpretação de Vesti la giubba, da ópera Pagliacci, foi a primeira gravação na história a vender 1 milhão de cópias.

Biografia :

Começou a carreira em 1894, aos 21 anos de idade, na cidade natal. Recebeu as primeiras aulas de canto de Guglielmo Vergine. Atuou, entre outras óperas, na estréia de FedoraLa Fanciulla del West, do compositor italiano Giacomo Puccini. As mais famosas interpretações foram como Canio na ópera I Pagliacci, de Leoncavallo e como Radamés, em Aida, de Giuseppe Verdi. Na metade da década de 1910 já era conhecido internacionalmente. Era constantemente contratado pelo Metropolitan de Nova Iorque, relação que persistiu até 1920. Caruso foi eternizado pelo agudo mais potente já conhecido, e por muitos considerado o melhor cantor de ópera de todos os tempos.

O compositor lírico Giacomo Puccini e o compositor de canções populares Paolo Tosti foram seus amigos e compuseram obras especialmente para ele.

Caruso apostou na nova tecnologia de gravação de som em discos de cera e fez as primeiras 20 gravações em Milão, em 1895. Em 1903, foi para Nova Iorque e, no mesmo ano, deu início a gravações fonográficas pela Victor Talking Machine Company, antecessora da RCA-Victor. Caruso foi um dos primeiros cantores a gravar discos em grande escala. A indústria fonográfica e o cantor tiveram uma estreita relação, que ajudou a promover comercialmente a ambos, nas duas primeiras décadas do século XX. Suas gravações foram recuperadas e, remasterizadas, encontraram o meio moderno e duradouro de divulgação de sua arte no disco compacto, CD.

O repertório de Caruso incluía cerca de sessenta óperas, a maioria delas em italiano, embora ele tenha cantado também em francês, inglês, espanhol e latim, além do dialeto napolitano, das canções populares de sua terra natal. Cantou perto de 500 canções, que variaram das tradicionais italianas até as canções populares do momento.

Sua vida foi tema de um filme norte-americano, permeado de ficção, intitulado O Grande Caruso (The Great Caruso), de 1951, com o cantor lírico Mario Lanza interpretando Caruso. Devido ao seu conteúdo altamente ficcional, o filme foi proibido na Itália.

No filme Fitzcarraldo de Werner Herzog, com Klaus Kinski no papel de Fitzcarraldo, aparece, no início da projeção, uma entrada de Caruso na Ópera de Manaus, no Brasil, onde Caruso de fato nunca se apresentou.

Os últimos dias da sua vida são narrados de forma romantizada na canção Caruso, de Lucio Dalla (1986).

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NelitOlivas

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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2015

Efeméride Artística do Dia

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Em  24 de Fevereiro de 1927, nasceu David Mourão-Ferreira, escritor e poeta português (f. 1996).

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Licenciado em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1951, onde mais tarde em 1957 foi professor, tendo-se destacado como um dos grandes poetas contemporâneos do Século XX.

Na sua obra, são famosos alguns dos poemas que compôs para a voz de Amália Rodrigues, como Sombra, Maria Lisboa, Nome de Rua, Fado Peniche e sobretudo Barco Negro, entre outros.

Mourão-Ferreira trabalhou para vários jornais, dos quais se destacam a Seara Nova e o Diário Popular, para além de ter sido um dos fundadores da revista Távola Redonda. Entre 1963 e 1973 foi secretário-geral da Sociedade Portuguesa de Autores. No pós-25 de Abril, foi director do jornal A Capital e director-adjunto do O Dia.

No governo, desempenhou o cargo de Secretário de Estado da Cultura (de 1976 a Janeiro de 1978, e em 1979). Foi por ele assinado, em 1977, o despacho que criou a Companhia Nacional de Bailado.

Foi autor de alguns programas de televisão de que se destacam "Imagens da Poesia Europeia", para a RTP.

A 13 de Julho de 1981 foi condecorado com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada. Em 1996, a 3 de Junho, foi elevado a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada. No mesmo ano, 1996, recebeu o Prémio de Carreira da Sociedade Portuguesa de Autores.

Do primeiro casamento, com Maria Eulália, sobrinha de Valentim de Carvalho, teve dois filhos, David João e Adelaide Constança, que lhe deram 11 netos e netas.

Em 2005 é celebrado um protocolo entre a Universidade de Bari e o Instituto Camões, decidindo, como homenagem ao poeta, abrir naquela cidade o Centro Studi Lusofoni - Cátedra David Mourão-Ferreira que, dirigida pela Professora Fernanda Toriello e com a colaboração do professor Rui Costa, tem como objetivo o estudo da obra de David Mourão-Ferreira, assim como a divulgação da língua portuguesa e das culturas lusófonas. Promove também o Prémio Europa David Mourão-Ferreira .

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Obras de poesia :

  • 1950 - A Viagem
  • 1954 - Tempestade de Verão (Prémio Delfim Guimarães)
  • 1958 - Os Quatro Cantos do Tempo
  • 1962 - In Meae
  • 1962 - ou A Arte de Amar
  • 1966 - Do Tempo ao Coração
  • 1967 - A Arte de Amar (reunião de obras anteriores)
  • 1969 - Lira de Bolso
  • 1971 - Cancioneiro de Natal (Prémio Nacional de Poesia)
  • 1973 - Matura Idade
  • 1974 - Sonetos do Cativo
  • 1976 - As Lições do Fogo
  • 1980 - Obra Poética (inclui À Guitarra e À Viola e Órfico Ofício)
  • 1985 - Os Ramos e os Remos
  • 1988 - Obra Poética, 1948-1988
  • 1994 - Música de Cama (antologia erótica com um livro inédito).
  • 1954 - letra para Amália Rodrigues " Barco Negro"

Obras de ficção narrativa :

Academia Brasileira de Letras :

O escritor Mourão-Ferreira foi escolhido para ocupar, na categoria de Sócio Correspondente, a Cadeira número 5, que tem por Patrono Dom Francisco de Sousa. Sua eleição deu-se em 1981, sendo ali o quinto ocupante. Depois da sua morte, esta Cadeira seria ocupada apenas em 1998 pelo moçambicano Mia Couto.

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NelitOlivas

 

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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015

Efeméride Artística do Dia

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A 23 de Fevereiro de 1685, nasce  Georg Friedrich Händel, compositor alemão (f. 1759) :

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Haendel.jpg

Georg Friedrich Händel (Halle an der Saale, 23 de fevereiro de 1685Londres, 14 de abril de 1759) foi um célebre compositor germânico, naturalizado cidadão britânico em 1726. Desde cedo mostrou notável talento musical, e a despeito da oposição de seu pai, que o queria advogado, conseguiu receber um treino qualificado na arte da música.

A primeira parte de sua carreira foi passada em Hamburgo, como violinista e maestro da orquestra da ópera local. Depois dirigiu-se para Itália, onde conheceu a fama pela primeira vez, estreando várias obras com grande sucesso e entrando em contato com músicos importantes. Em seguida foi indicado mestre de capela do Eleitor de Hanôver, mas pouco trabalhou para ele, e esteve na maior parte do tempo ausente, em Londres. Seu patrão mais tarde se tornou rei da Grã-Bretanha como Jorge I, para quem continuou compondo. Fixou-se definitivamente em Londres, e ali desenvolveu a parte mais importante de sua carreira, como autor de óperas, oratórios e música instrumental. Quando adquiriu cidadania britânica adotou o nome George Frideric Handel.

Tinha grande facilidade para compor, como prova sua vasta produção, que compreende mais de 600 obras, muitas de grandes proporções, entre elas dezenas de óperas e oratórios em vários movimentos. Sua fama em vida foi enorme, tanto como compositor quanto como instrumentista, e mais de uma vez foi chamado de "divino" pelos seus contemporâneos. Sua música se tornou conhecida em muitas partes do mundo, foi de especial importância para a formação da cultura musical britânica moderna, e desde a metade do século XX tem sido recuperada com crescente interesse. Hoje ele é considerado um dos grandes mestres do Barroco musical europeu.

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NelitOlivas

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Domingo, 22 de Fevereiro de 2015

O Velho - VII

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Na minha ultima missão, a questão proposta era a da clivagem entre Religiões : em vez de conduzirem os humanos à meditação e ao Bem, cada vez se praticavam mais crimes em nome dos diversos Deuses, que as diversas Raças tinham criado. Como utilizar os nossos recursos para reverter esta situação ?

Foi proposto que, as nossas naves se tornassem, momentaneamente, visíveis a olho-nu, de uma forma que provocasse admiração. E que surgissem, com fantásticas coreografias de luzes, em todos os grandes Eventos Religiosos (Cerimónias Pascais, em Roma; Peregrinação, a Meca; Festivais Hindus e Budistas; Muro das Lamentações, em Jerusalém, 13 de Maio, em Fátima; etc. etc., veiculando uma única mensagem, numa linguagem simples, acessível a todos os Povos :

Deus/Jesus/Jeová  = Alá/Maomé = Buda = Mãe Natureza, etc. =  PAZ e AMOR !

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No regresso de uma destas incursões, num ultimo dia de férias-escolares, vinha pensando em como a minha netinha, entretanto nascida e já com idade de entrar para a escola, tinha tão poucas oportunidades de desfrutar da companhia do Avô; Eis senão quando, da impressora da nave, começam a sair uns bilhetes de entrada no Disney-World, da Florida...

 

Em conclusão :

 

uando fazemos aquilo de que gostamos, o Tempo passa-se muito rapidamente : Ainda há pouco era um Jovem cheio de Sonhos, e já estava a atingir a idade da Reforma (tendo conseguido realizar muitos deles, graças aos meios que me disponibilizaram).

Sentia-me realizado e agradecido, pois tinham sabido sobejamente recompensar toda a aplicação que dedicara aquela Causa.

Mas, a  Organização ainda tinha decidido fazer-me uma festa-surpresa de despedida; Lá estavam todos os meus Colegas, de tantas labutas conjuntas.

Mas a maior surpresa foi vir a conhecer - finalmente -  o nome dos meus Superiores : "O Velho" chamava-se, na realidade, Dr. Tempo; e a sua eficiente Secretária : Dona Perseverança.

Estes fizeram questão de entregar-me, pessoalmente, uma valiosa lembrança : Não, não se tratou de um relógio em ouro, até porque o lema da Organização é :

"Não somos nós que controlamos o tempo, o Tempo é que nos controla".

cápsula.jpg

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 NelitOlivas

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Sábado, 21 de Fevereiro de 2015

O Velho - VI

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Numa outra missão de que fui incumbido, o problema prendia-se com a sustentabilidade das construções : cada vez maiores áreas do nosso Planeta são ocupadas por cimento, em edifícios com impactos nocivos para o meio-ambiente; Como utilizar os nossos meios, para reverter esta situação ?

Sugeriu-se que, a exemplo do Premio Valmor (que se destinava, essencialmente, a contemplar a beleza das fachadas), fosse instituído um Galardão para os edifícios mais ecológicos : os que fossem equipados com reservatórios para retenção de aguas-pluviais, espelhos-solares, geradores-eólicos, calefacção e isolamentos, central de ar-comprimido, iluminação LED, tratamento e reutilização de esgotos, em jardins e hortas verticais, etc. etc. etc.

 As Ordens-dos-Engenheiros e Arquitectos aceitaram o convite de nomearem um júri-independente que atribuísse esse galardão (baseado, entre outros factores, na certificação-energética dos Edifícios).

O Prémio nem necessitaria ser pecuniário pois, o simples facto de verem os seus Edifícios nomeados, já seria uma garantia para os Construtores, de serem mais procurados por Clientes (que poupariam em varios tipos de consumos), aumentando a valorização do preço do m2. nesses Condomínios/Escritórios.

As nossas cápsulas poderiam ser utilizadas no transporte de tanques, espelhos, geradores, etc. para a cobertura dos edifícios.

No regresso de mais uma destas missões vinha cogitando que, estávamos na véspera de mais um Natal, e ainda não tinha tido oportunidade de comprar um presente, ou de levar ao Circo, o filho que - entretanto - me tinha nascido;

subitamente, começaram a sair da impressora da cápsula, uns convites para visitarmos a Aldeia do Pai Natal, na Lapónia...

Desta missão, retive a seguinte lição : "estamos sempre a Tempo, de festejarmos o Natal"...

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 NelitOlivas

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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2015

O Velho - V

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Uma outra missão de que me recordo, começou com um documentário sobre a fome, ou carências-nutritivas que ainda subsistem em muitas Regiões, por um lado; e os desperdícios-alimentares na produção, por outro : peixes devolvidos ao mar, pomares cuja fruta fica por colher, mamíferos que são sacrificados ingloriamente, legumes que não são apanhados, aves que são caçadas apenas por desporto, etc. etc. O desafio lançado, foi o de criarmos meios, com os nossos recursos, para uma distribuição mais equitativa dos excedentes-alimentares por quem deles tanto se encontra necessitado.

A primeira sugestão foi a de criar-se uma linha-de-atendimento (tipo 112), para onde todos os Produtores com impossibilidade de escoarem os seus produtos, comunicassem a localização dos mesmos. (Aqueles que não o fizessem, ficariam sujeitos a multas - ou a cortes nos subsídios-à-produção).

Contactado o Ministério da Justiça, foi acordado que, dos Estabelecimentos-Prisionais, sairia a mão-de-obra necessária para a apanha de frutos e legumes, o acondicionamento de animais, etc. (para os detidos, seria uma forma de quebrarem a rotina das suas celas e respirarem um pouco de liberdade - tornando-se úteis à Comunidade).

À Asociação de Municípios foi solicitado o fornecimento de maquinaria e veículos-da-carga, para recolha e distribuição dos víveres apurados :Se se desperdiçam verbas-publicas em obras-de-fachada (tipo, ver quem faz as lombas mais elevadas, os semáforos mais inúteis ou as rotundas mais desnecessárias, que a Freguesia ou Concelho vizinhos), seria preferível canalizar esses bairrismos-exacerbados, para uma sã competição em que, mensalmente, seria eleita a Autarquia que mais tonelagem de alimentos tivesse recuperado para esta causa-comum.

As nossas naves seriam utilizadas na detecção de desperdícios-alimentares e transporte dos mais leves ou perecíveis.

Estava a terminar mais um Verão e, no regresso desta missão, vinha pensando que a falta de disponibilidade nunca mais me tinha permitido gozar umas Férias decentes, na companhia dos Amigos com quem costumava veranear. Eis que a impressora da nave começa a imprimir bilhetes, para um Cruzeiro no Mediterrâneo em meu nome, de meus familiares-chegados e dos meus principais-amigos. Chegado ao terminal-de-cruzeiros, lá se encontravam eles, com as suas e minhas bagagens, a aguardar os bilhetes de embarque.

Desta missão, recolhi a seguinte lição : "não há mal, que o Tempo não cure"...

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 NelitOlivas

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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2015

O Velho - IV

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Numa outra missão, o vídeo de apresentação mostrava as mais recentes aplicações das impressoras 3D, nomeadamente a possibilidade de se imprimirem membros humanos (e, até, órgãos-internos), com materiais não sujeitos à rejeição do nosso organismo aquando dos transplantes. A premissa lançada, foi a de calcularmos a melhor forma de utilizarmos os nossos meios, para tornarmos essa tecnologia acessível ao maior número de necessitados, no menor espaço de Tempo.

Foi sugerido que se criasse um banco de moldes (para diferentes idades) acessível a todos os Hospitais.

Feito uma apelo a Mecenas, muitos prontificaram-se a custear a aquisição das impressoras.

Contactadas as Administrações-Hospitalares (dos Hospitais-privados) e o Ministério da Saúde (no caso das Unidades-públicas) estas concordaram em proporcionar aos Mecenas tratamentos-grátis (para si, ou para quem designassem), ou a colocarem uma placa com o seu nome, no átrio do Hospital a quem fariam a doação.

Estávamos no final de mais um Ano e as cápsulas andavam numa azafama transportando impressoras para os Hospitais, para que o Ano Novo trouxesse Vida Nova. Já estavam a tocar as 12 badaladas quando, no regresso desta missão, vinha lembrando de como a mulher com que, entretanto, tinha casado, tanto apreciava um belo Réveillon;

Subitamente, a impressora da cápsula começou a emitir uns Convites para assistirmos, num apartamento de Times- Square, à passagem-de-ano Nova Iorquina, seguida de baile-de-gala no Waldorf Astória...

E a lição que aprendi, no final desta missão foi "estamos sempre a Tempo, de alcançar a Felicidade"...

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 NelitOlivas

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