Quinta-feira, 31 de Julho de 2014

Sociedade Promotora de Educação Popular

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 A Instituição Sociedade Promotora de Educação Popular foi fundada 30 de Setembro de 1904, com sede na Rua de Alcântara, por um grupo de republicanos com explícitos objectivos culturais e educativos, visava a colectividade “assistir ao nosso operariado dissipando as trevas do analfabetismo, lançando sem telhas de luz no espírito da classe trabalhadora.

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Pretendia, no fundo, veicular uma “educação livre, laica e democrática”, ou seja aquela que tinha por finalidade “procurar no aluno o embrião do Homem Livre, do qual se desenvolve o cidadão consciente, necessariamente forte e bom, honrado e trabalhador, inteligente e alegre”.[1]A actividade educativa da S.P.E.P. iniciou-se em 1905 com o funcionamento de uma escola nocturna para o sexo masculino, segundo o método João de Deus.

No ano lectivo 1907/1908 o ensino é alargado ao sexo feminino, passa a ser diurno e nos programas curriculares constam aulas primárias elementares Língua Portuguesa, Francês, Aritmética, Desenho, Escrituração e Contabilidade, História e Georeografia de Portugal e Música.

No ano lectivo 1912/13 iniciam-se as lições de Inglês, Ginástica os Cursos nocturnos para Senhoras (proibidos em 1926 e reabertos 1953) e as sessões de Biblioteca com programa de Leitura conduzida.

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A 20 de Outubro de 1931, é atribuído à Sociedade Promotora de Educação Popular o alvará de licença de ensino, passando a funcionar, na sua actual morada, como uma escola de Primeiro Ciclo do Ensino Básico, prevendo a lotação máxima de 200 alunos e possuindo paralelismo pedagógico.  

 

( in, Tese de Mestrado de História dos Séculos XIX e XX, pela Dra. Cláudia Vieira Leitão)

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(Material recolhido para publicação na página-Facebook da Universidade Sénior de Alcântara, ao abrigo do artº 75 do Código do Direito do Autor)

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NelitOlivas

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Momento Poético

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DISSE-TE ADEUS E MORRI :

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Disse-te adeus e morri 
E o cais vazio de ti 
Aceitou novas marés. 
Gritos de búzios perdidos, 
O varão dos meus sentidos, 
A gaivota que tu és. 
Gaivota d’asas coradas, 
Que não sentes madrugadas 
E acorda à noite a chorar. 
Gaivota que faz o ninho 
Porque perdeu o caminho 
Onde aprendeu a sonhar. 

Preso no ventre do mar 
O meu triste respirar 
Sofre a invenção das horas. 
Pois, na ausência que deixaste, 
Meu amor, como ficaste? 
Meu amor, como demora!

 

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Vasco de Lima Couto

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(Material recolhido para publicação na página-Facebook da Universidade Sénior de Alcântara, ao abrigo do artº 75 do Código do Direito do Autor)

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NelitOlivas

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Alcântara, no Futuro

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Parque Junqueira (Centro de Congressos de Lisboa) :

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Nota da Redacção :

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Quando a maioria destes Empreendimentos estiver concretizada e habitada, a População desta Freguesia mais que duplicará.

Façamos votos para que muitos desses projectos, não contemplem apenas escritórios/habitações, mas prevejam espaços para instalação de Serviços de apoio a todos os novos (e antigos) habitantes/frequentadores  (uma vez que - Alcântara - passará a ser como que uma Cidade, dentro da Capital).

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NelitOlivas

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Quarta-feira, 30 de Julho de 2014

Escola Básica Raúl Lino

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A Escola EB1 de Alcântara foi construída no primeiro quartel do século XX e projectada pelo arquiteto Raul Lino (1879-1974). De acordo com um estudo de Carlos Manique, os primeiros projetos de edifícios escolares da autoria de Lino nasceram da amizade que travou com João de Deus Ramos (1878-1953), filho do poeta e pedagogo João de Deus. Contudo, para além da ligação do arquitecto aos jardins-escolas João de Deus, há também um outro conjunto de escolas por ele projectadas. Contam-se aqui os projetos-tipo regionalizados para edifícios de escolas primárias, aprovados em 1935, por Duarte Pacheco (1900-1943), então ministro das Obras Públicas; mas também se deve contar aqui, por exemplo, a Escola Primária de Alcântara (1915-1916). É esta escola que agora venho lembrar, não só porque está a ser objecto de obras, mas também porque acho que é um projecto muito interessante e apelativo - nomeadamente pela decoração com alegres representações de animais domésticos, que  fazem lembrar as ilustrações de Lino para o livros Animais nossos Amigos (1911), de Afonso Lopes Vieira (1878-1946). Raul Lino foi um arquitecto que se interessou pela pedagogia e escreveu que a «formação dos caracteres dá-se do mesmo modo que se aprende a falar, - só muito tarde vem o conhecimento da razão das cousas que se aprenderam por hábito (...)». Por essa razão, se devia cuidar da «sensibilidade das crianças, habituando-as às belas impressões e às belas acções». Dizia ainda, que as «escolas de um país assumem a responsabilidade no maior ou menor valor de um povo (...)» e, por fim, no livro Casas Portuguesas, a certa altura ele afirmava: «Construir é educar». - (in "Memórias e Imagens")

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(Material recolhido para publicação na página-Facebook da Universidade Sénior de Alcântara, ao abrigo do artº 75 do Código do Direito do Autor)

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NelitOlivas

 

publicado por picareta escribante às 07:32
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Alcântara, no Futuro

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Alcântara XXI - Plano Urbanístico :




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Plano urbanístico de Alcântara (Alvaro Siza Vieira ou Mário Sua KayJean Nouvel; Frederico Valsassina http://www.fvarq.com/; Aires Mateus) - Alcantara masterplan proposta -proposal, conclusão: 2012 

Mário Sua Kay (projecto alternativo caso não façam as torres do arqtº Siza)
 
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Plano urbanístico para Alcântara, dos arquitectos Aires Mateus e Frederico Valsassina. As 3 torres na maquete, da autoria de Alvaro Siza Vieira foram canceladas e substituidas por um projecto de 8 pisos do arquitecto Mário Sua Kay, cuja construção era para iniciar-se em 2005. 
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NelitOlivas
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Momento Poético

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Lisboa perto e longe :

Lisboa chora dentro de Lisboa
Lisboa tem palácios sentinelas.
E fecham-se janelas quando voa
nas praças de Lisboa -- branca e rota
a blusa de seu povo -- essa gaivota.

Lisboa tem casernas catedrais
museus cadeias donos muito velhos
palavras de joelhos tribunais.
Parada sobre o cais olhando as águas
Lisboa é triste assim cheia de mágoas.

Lisboa tem o sol crucificado
nas armas que em Lisboa estão voltadas
contra as mãos desarmadas -- povo armado
de vento revoltado violas astros
-- meu povo que ninguém verá de rastos.

Lisboa tem o Tejo tem veleiros
e dentro das prisões tem velas rios
dentro das mãos navios prisioneiros
ai olhos marinheiros -- mar aberto
-- com Lisboa tão longe em Lisboa tão perto.

Lisba é uma palavra dolorosa
Lisboa são seis letras proibidas
seis gaivotas feridas rosa a rosa
Lisboa a desditosa desfolhada
palavra por palavra espada a espada.

Lisboa tem um cravo em cada mão
tem camisas que abril desabotoa
mas em maio Lisboa é uma canção
onde há versos que são cravos vermelhos
Lisboa que ninguem verá de joelhos.

Lisboa a desditosa a violada
a exilada dentro de Lisboa.
E há um braço que voa há uma espada.
E há uma madrugada azul e triste
Lisboa que não morre e que resiste.


                              Manuel Alegre
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(Material recolhido para publicação na página-Facebook da Universidade Sénior de Alcântara, ao abrigo do artº 75 do Código do Direito do Autor)

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NelitOlivas

 

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Terça-feira, 29 de Julho de 2014

Alcântara, no Futuro

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Habitação/serviços (Jean Nouvel) - Alcântara - proposta :

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NelitOlivas

publicado por picareta escribante às 06:23
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Escola EB1/JI de Santo Amaro

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A Escola Básica do 1º Ciclo Santo Amaro de Lisboa situa-se num espaço limitado pela Rua Filinto Elísio a Este, Rua Jau a Oeste , Rua Pedro Calmom a Norte e rua Soares de Passos a Sul, numa zona denominada Alto de Santo Amaro, na Freguesia de Alcântara.
A História...
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  O espaço acima referido, com a área total de 3128 m2, pertencia a uma Quinta da propiedade dos Condes de Vale Flor que o cederem à Câmara Municipal de Lisboa, com a obrigatoriedade de nele ser construída uma Escola. No quarteirão contíguo, a Norte, que também pertencia à mesma família, existe o Jardim de Santo Amaro. Os Condes não queriam que fossem construídos edifícios altos em frente ao Palácio, para poderem ver o mausoléu dos filhos sepultados no Cemitério dos Prazeres. O antigo Palácio é hoje o Hotel Pestana Palace e as Cavalariças estão ocupadas pelas Pousadas de Portugal.

  Não conhecemos a data exata da construção da Escola. Terá ocorrido ente 1944 e 1946 e terá estado dois anos sem ser utilizada. Os edifícios que actualmente existem foram construídos de início. O edifício com acesso pela Rua Jau destinava-se à Escola Feminina, Nº 58. O edifício com acesso pela R. Filinto Elísio era a Escola Masculina, Nº 76. A separar estes dois edifícios existe "o comboio", onde funcionava a Cantina. Esta era gerida por uma Instituição de Solidariedade Social, a Obra das Mães e aí era confeccionada, por uma Auxiliar, a sopa que, acompanhada de pão, era fornecida aos "alunos pobres" da Escola. Estes tinham de lavar a loiça e fazer a limpeza do espaço. Existe ainda outro edifício que era a Casa da Guarda. A Escola Feminina e a Masculina eram independentes na direcção e separadas fisicamente, não havendo "mistura" de alunos. O primeiro registo que temos da ocupação da Escola Feminina data de 9 de Outubro de 1948. Presume-se que a Escola Masculina tenha iniciado o seu funcionamento na mesma data.

  A junção das duas Escolas só se deu após o 25 de Abril de 1974, passando a denominar-se "Bloco 76/58". A 1ª Reunião de Professores da qual foi lavrada Acta efectuou-se dia 10 de Janeiro de 1976. Em Acta lavrada a 12 de Março de 1977 consta que, por ofício da Direcção Escolar de Lisboa, se deu a integração da Escola nº 58 na Escola nº 76, passando a denominar-se Escola Primária nº 76. Posteriormente seria a Escola Básica do 1º Ciclo Nº 76.

  Com a alteração da denominação das Escolas, e por a Escola se situar no Alto de Santo Amaro, foi apresentada à CML, por FAX de 11 de Dezembro de 2001, a sugestão de se passar a chamar Escola de Santo Amaro, o que teve parecer favorável da Associação de Pais e da Junta de Freguesia de Alcântara. Pelo Despacho nº 6940/2004, em Diário da República nº 82, II Série, a páginas 5460, "A Escola Básica do 1º Ciclo Lisboa nº 76, Alcântara, Lisboa, passa a denominar-se por Escola Básica do 1º Ciclo Santo Amaro, Lisboa."

  Com a criação dos Agrupamentos de Escolas, este Estabelecimento de Ensino agrupou-se com a EB1 Raul Lino, a EB1 Alexandre Herculano, a EB1 Alexandre Rodrigues Ferreira, a EB1 do Casalinho da Ajuda e os Jardins de Infância da Rua Jau e da Calçada da Tapada e do Casalinho da Ajuda, à EB2,3 Francisco de Arruda, Escola Sede do Agrupamento.

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Porque é que se deu o nome de Santo Amaro à Escola?

 

Stº Amaro era oriundo de uma família nobre romana cristã do princípio do séc. VI. Em criança ingressou num mosteiro, em Roma, administrado pelo Patriarca S. Bento, de quem se tornou discípulo e lhe confiou a administração da abadia de Monte Cassino. Em 553 fixou-se em França onde divulgou os ensinamentos e virtudes da Ordem de S. Bento. O reconhecimento das supostas capacidades curativas de Stº Amaro tornou o mosteiro por si fundado um lugar de peregrinações.Em Lisboa, são testemunhos da devoção a Stº Amaro as várias toponímias existentes na freguesia de Alcântara. A Capela de Stº Amaro, local de romarias e culto, com características renascentistas únicas em Lisboa, foi classificada como monumento nacional, por decreto de 1910.

Capela de Santo Amaro

Marcha da Escola :

 

 

Da Escola 76

És o Santo protector

Stº da nossa alegria

Contamos com teu amor

 

Stº Amaro é nosso amigo

Amigo da nossa escola

Vem daí cantar comigo

E traz contigo a sacola

 

Stº Amaro é teu amigo

Não o deves esquecer

Se te encontras em perigo

Se te encontras em perigo

Pensa nele p’ra valer

 

Quando o barco naufragou

Toda a gente se afligia

Digam lá quem os salvou

Digam lá quem os salvou

Stº Amaro os protegia

 

Quando à praia chegaram

Acenderam-lhe uma vela

Do santinho se lembraram

Do santinho se lembraram

Prometeram-lhe a capela

 

A capela construíram

Com tanta graça e beleza

Em Janeiro sempre vinham

Em Janeiro sempre vinham

P’ra rezar com firmeza

 

(Refrão)

Ó meu Stº Amaro

Ó meu folião

Já cantam na rua

A tua canção

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Jardim de Infância do Alto de Stº. Amaro :

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(Material recolhido para publicação na página-Facebook da Universidade Sénior de Alcântara, ao abrigo do artº 75 do Código do Direito do Autor)

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NelitOlivas

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Momento Poético

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Amor Mais Perfeito  :

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Amor que invento 
À esquina do meu tempo 
Desassossego na alma feito voz 
Amor instante 
Que abraça este momento 
Pássaro aflito 
Voando em céu veloz 
Com asas d'infinito 
Muito pr'além de nós 
Amor nascente 
Pedaço de ternura 
Meu rio d'água pura 
Correndo até à foz 
Amor desperto 
Da noite à madrugada 
Beijo de fogo nas rosas do meu peito 
Amor tão perto 
É já essa alvorada 
E um rouxinol, amor 
Num canto contrafeito 
Nos anuncia o Sol 
Que espreita o nosso leito 
Que a luz do Sol, amor, 
Acenda num sorriso 
Manhãs de paraíso 
Meu amor mais perfeito

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Mário Rainho

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(Material recolhido para publicação na página-Facebook da Universidade Sénior de Alcântara, ao abrigo do artº 75 do Código do Direito do Autor)

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NelitOlivas

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Segunda-feira, 28 de Julho de 2014

Momento Poético

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Queria que os Portugueses :

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Queria que os portugueses 
tivessem senso de humor 
e não vissem como génio 
todo aquele que é doutor 

sobretudo se é o próprio 
que se afirma como tal 
só porque sabendo ler 
o que lê entende mal 

todos os que são formados 
deviam ter que fazer 
exame de analfabeto 
para provar que sem ler 

teriam sido capazes 
de constituir cultura 
por tudo que a vida ensina 
e mais do que livro dura 

e tem certeza de sol 
mesmo que a noite se instale 
visto que ser-se o que se é 
muito mais que saber vale 

até para aproveitar-se 
das dúvidas da razão 
que a si própria se devia 
olhar pura opinião 

que hoje é uma manhã outra 
e talvez depois terceira 
sendo que o mundo sucede 
sempre de nova maneira 

alfabetizar cuidado 
não me ponham tudo em culto 
dos que não citar francês 
consideram puro insulto 

se a nação analfabeta 
derrubou filosofia 
e no jeito aristotélico 
o que certo parecia 

deixem-na ser o que seja 
em todo o tempo futuro 
talvez encontre sozinha 
o mais além que procuro. 


Agostinho da Silva, in 'Poemas'

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(Material recolhido para publicação na página-Facebook da Universidade Sénior de Alcântara, ao abrigo do artº 75 do Código do Direito do Autor)

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NelitOlivas

 

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